Mas que nada...
Eu não desisti de ter um blog, não!! É que simplesmente ando sem tempo e inspiração. Na verdade, não tem acontecido nada de interessante na minha vida que renda bons posts...
Aliás, uma coisa precisa de registo aqui: o show do Jorge Benjor no último domingo, na Ermida Dom Bosco. Simplesmente maravilhoso. O velhinho – ele tem nada menos que 62 anos – continua incrível. Talentoso, charmoso, carismático. E animadérrimo. Super bacana.
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O problema, porém, é que estou na fase da entre-safra. Esse papo de acordar às 7h para trabalhar mudou totalmente meu relógio biológico. E agora não dou conta mais de acompanhar meus amigos jornalistas nas baladas durante a semana. Neguinho marca de sair às 22h. Pô, à meia-noite eu já tô acabada!!! Fazer o quê... E sem boas nights, fico sem boas histórias.
Além disso, esse período de licença tá valendo também para a guerra. Eu tô de altas. Sem nenhum bonitinho louco para garantir a manutenção desse blog. Aliás, estávamos eu e a Val dando uma olhada nos livros da Siciliano – sim, somos boas meninas cultas e batemos pontos em livrarias – quando encontramos o que considerei uma das grandes pérolas entre as teorias de relacionamentos.
(desculpa, Felipe, sou monotemática mesmo)
Era o seguinte. O livro, cujo título era algo semelhante a “Enquanto o amor não chega”, fazia o seguinte paralelo: o amor é como um bom jantar. Demoramos um certo tempo para prepará-lo. E enquanto somos obrigados a esperar ele ficar pronto para nos deliciarmos, podemos enganar a fome com um lanchinho qualquer.
Fantástico, não?? Depois de uma análise profunda, eu e a Val chegamos à conclusão de que estamos empaturradas de lanchinhos. Eu, pelo menos, andei comendo tanta bobagem... Sei lá, chips, biscoito recheado de chocolate, sorvete, pipoca... sabe aquelas coisas deliciosas, mas que não enchem a barriga e, em excesso, engordam e te dão gastrite? Pois então. Foram os meus lanchinhos dos últimos tempos. E a droga do jantar parece que nunca vai ficar pronto...
Então, parei de comer. Agora, quando a fome apertar, encaro apenas lanchinhos lights, tipo sanduiche do Marietta. Não tão atrativos quanto um pacote de Bono de chocolate, mas bem mais saudável. E, no final, acabam te alimentando melhor mesmo. O único problema é que estamos correndo o risco de ir comendo tantos lanchinhos que, na hora em que o jantar estiver pronto, não estaremos mais com fome. E podemos só dar uma beliscadinha no prato para depois dispensá-lo...
