Boas Meninas

O dia-a-dia das meninas do bem.

12.7.04

Cara-metade

Gente!! Encontrei um blogueiro que é minha cara-metade. O moço e uns amigos escrevem num blog muito bom, chamado Macho Solteiro Também Sofre. De São Paulo, acho. O link taí ao lado. Os caras estão servindo para confirmar a minha tese de que nós mesmos é que temos complicado as coisas. E que se não baixarmos a guarda, nada de bom vai acontecer nunca!

Olha só o que ele escreveu sobre o "mistério do telefonema no dia seguinte"... Enjoy it.

Estive pensando em algumas coisas para escrever aqui, e lembrei de algo "curioso". Ontem conversava com uma amiga e discutíamos sobre o "jogo do dia seguinte", que é uma mistura de baboseira com idiotice (não necessáriamente nessa ordem). Vcs sabem do que estou falando. Vc sai. Conhece alguem. Conversa, rola um clima e tal. Fica com a pessoa (ou as vezes nem fica. Só fica com a vontade de ter ficado rs*). Trocam telefones. E... O juiz apita o inicio do jogo.
E nas regras veladas desse jogo sem vencedores estão coisas como: "Quem ligar antes perde". Ou, "ligou no dia seguinte é pq está gamado(a): nunca faça isso". E pior que por mais ridículo que isso possa parecer, há um consenso sobre a prática do jogo e seus participantes parecem não ter como escapar. Há alternativa? Sempre há. A velha e boa sinceridade acena como a melhor opção... Mas se um dos envolvidos insistir no jogo, provavelmente o placar vai ser um 0 X 0 mesmo. Já que se um abre o jogo demonstrando o interesse, causa um contra-ataque de "já ganhei" que é péssimo no jogo do dia seguinte (e da conquista tb...).
Eu mesmo tenho mania de dizer que as vezes gostamos mais do jogo do que da própria conquista. E ainda que torcendo contra (o jogo), lembro de momentos onde fui fisgado (não sei se felizmente ou infelizmente não foram muitas vezes). Mas sim, o tempo trouxe a experiência, e talvez uma certa "habilidade" nesse jogo. E isso, definitivamente, não tem trazido os melhores resultados.
Termino aqui na esperança de poder "voltar no tempo". Ao momento onde deixei de ouvir as vozes do coração, para seguir as regras dessa maldita cartilha de jogo.